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Uma criança, que não teve a identidade revelada, passou mal após levar veneno de rato para a Escola Municipal Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, no bairro Alvorada, em Cuiabá, nesta segunda-feira (10.08). Além dela, outras seis crianças tiveram contato com a substância e também precisaram de atendimento médico.
Segundo nota da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, a criança que teria levado o veneno apresentou o quadro mais significativo entre os sete alunos atendidos. Após passar por avaliação inicial na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Morada do Ouro, ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde permanece sob acompanhamento especializado e monitoramento toxicológico.
A substância levada para dentro da unidade escolar foi identificada preliminarmente como veneno de rato. A Prefeitura não detalhou, no entanto, como ocorreu o contato das outras crianças com o produto.
Assim que o caso foi identificado, equipes das Secretarias Municipais de Educação e Saúde foram acionadas. Os sete alunos foram retirados da escola e encaminhados para a UPA Morada do Ouro, onde receberam os primeiros cuidados e passaram por avaliação médica.
Enquanto a criança que teria levado o produto apresentou um quadro que exigiu encaminhamento ao HMC, as outras seis não apresentavam sintomas. De acordo com a Secretaria de Saúde, elas estavam estáveis e conscientes após o primeiro atendimento.
Mesmo sem sintomas, as seis crianças foram encaminhadas ao Centro Médico Infantil (CMI), unidade de referência para atendimento pediátrico em Cuiabá. Elas permanecem em observação e sob acompanhamento médico.
A Prefeitura informou que, apesar do quadro mais significativo apresentado por uma das crianças e da necessidade de monitoramento hospitalar, todos os sete alunos estão fora de perigo.
O município não revelou quais sintomas foram apresentados pela criança encaminhada ao HMC, nem informou detalhes sobre diagnóstico, procedimentos realizados ou eventual quantidade da substância que teria entrado em contato com os estudantes.
Segundo a Prefeitura, informações adicionais relacionadas ao atendimento não serão divulgadas por envolverem dados médicos de crianças. A administração alegou a necessidade de preservar o sigilo médico, a privacidade, a imagem e a integridade dos menores envolvidos.
As Secretarias Municipais de Saúde e Educação permanecem acompanhando a evolução do quadro das crianças e informaram que as famílias recebem suporte das equipes responsáveis.
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