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Mais de um ano e caso de maranhenses desaparecidos em VG segue sem desfecho

Três trabalhadores já foram identificados por DNA, mas dois seguem desaparecidos

25/01/2026 às 10h07
Por: Redação Fonte: VGN Notícias
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Reprodução
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Mais de um ano após o desaparecimento de cinco trabalhadores maranhenses em Várzea Grande, o caso segue sem desfecho completo. Apesar do avanço das investigações e da identificação de três vítimas por exame de DNA, dois jovens continuam oficialmente desaparecidos, mantendo familiares sem respostas e a investigação em andamento.

A atualização mais recente foi divulgada pela Polícia Civil nesta semana, com a confirmação da identificação de Wermison dos Santos Silva, por meio de confronto genético. Ele foi vinculado a uma ossada encontrada em no dia 21 de outubro de 2025, em Várzea Grande.

Antes disso, no dia 17 de março, a Polícia Civil já havia identificado Diego de Sales Santos e Mefibozete Pereira da Solidade, cujas ossadas foram localizadas em uma área de mata no bairro Pirineu, em Várzea Grande.

Mesmo com essas confirmações, Walyson da Silva Mendes e Wallison da Silva Mendes seguem desaparecidos, quase um ano após o sumiço do grupo. O caso é investigado pelo setor de Homicídios Consumados da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Investigação aponta erro de facção

A Polícia Civil informou que a investigação indica que os trabalhadores foram mortos após serem confundidos com integrantes de uma facção criminosa rival que atua no Nordeste.

Segundo o delegado Rogério Gomes, não há indícios de envolvimento das vítimas com organizações criminosas. “As evidências mostram que eram pessoas que vieram ao Estado apenas para trabalhar”, afirmou

Relembre o caso

Os cinco maranhenses chegaram a Mato Grosso no dia 09 de janeiro de 2025, recrutados por uma empresa para trabalhar na construção civil. Eles ficaram alojados no bairro Jardim Primavera, em Várzea Grande, e desapareceram antes mesmo de realizar os exames admissionais.

Inicialmente tratado como desaparecimento, o caso passou a ser investigado como homicídio após o surgimento de indícios de execução e ligação com o crime organizado. A Polícia Civil segue com diligências, análises de celulares, quebras de sigilo e buscas em diferentes regiões.

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