#siteportalmtempauta

Mais de um ano após o desaparecimento de cinco trabalhadores maranhenses em Várzea Grande, o caso segue sem desfecho completo. Apesar do avanço das investigações e da identificação de três vítimas por exame de DNA, dois jovens continuam oficialmente desaparecidos, mantendo familiares sem respostas e a investigação em andamento.
A atualização mais recente foi divulgada pela Polícia Civil nesta semana, com a confirmação da identificação de Wermison dos Santos Silva, por meio de confronto genético. Ele foi vinculado a uma ossada encontrada em no dia 21 de outubro de 2025, em Várzea Grande.
Antes disso, no dia 17 de março, a Polícia Civil já havia identificado Diego de Sales Santos e Mefibozete Pereira da Solidade, cujas ossadas foram localizadas em uma área de mata no bairro Pirineu, em Várzea Grande.
Mesmo com essas confirmações, Walyson da Silva Mendes e Wallison da Silva Mendes seguem desaparecidos, quase um ano após o sumiço do grupo. O caso é investigado pelo setor de Homicídios Consumados da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A Polícia Civil informou que a investigação indica que os trabalhadores foram mortos após serem confundidos com integrantes de uma facção criminosa rival que atua no Nordeste.
Segundo o delegado Rogério Gomes, não há indícios de envolvimento das vítimas com organizações criminosas. “As evidências mostram que eram pessoas que vieram ao Estado apenas para trabalhar”, afirmou
Os cinco maranhenses chegaram a Mato Grosso no dia 09 de janeiro de 2025, recrutados por uma empresa para trabalhar na construção civil. Eles ficaram alojados no bairro Jardim Primavera, em Várzea Grande, e desapareceram antes mesmo de realizar os exames admissionais.
Inicialmente tratado como desaparecimento, o caso passou a ser investigado como homicídio após o surgimento de indícios de execução e ligação com o crime organizado. A Polícia Civil segue com diligências, análises de celulares, quebras de sigilo e buscas em diferentes regiões.
Mín. 21° Máx. 36°


