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A Polícia Civil investiga um suposto esquema criminoso envolvendo o desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares no município de Cuiabá investiga emendas parlamentares destinadas a Corrida do Legislativo, que teria sido utilizado no esquema, e a empresa Chiroli Uniformes.
As investigações são conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) e apuram os crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, envolvendo vereador, servidores públicos, um instituto sem fins lucrativos e empresas.
De acordo com os elementos reunidos, o grupo teria se associado com a finalidade de direcionar emendas parlamentares para um instituto e para uma empresa. Parte dos recursos repassados, segundo a apuração, era parcialmente “devolvida” ao vereador responsável pela destinação da emenda.
Ao todo, foram expedidas 75 ordens judiciais pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias de Cuiabá. Entre elas, constam mandados de busca e apreensão, ordens de acesso a dados armazenados em dispositivos móveis, além de medidas cautelares diversas da prisão contra investigados.
Como parte da decisão, o Município de Cuiabá está proibido de realizar qualquer contratação ou pagamento de valores relacionados à empresa Chiroli Uniformes, uma das alvos da operação.
Também foi determinado o bloqueio de valores, o sequestro de bens e a suspensão das atividades do instituto investigado, além da realização de auditorias em todos os termos de parceria firmados com o Município.
A Operação Gorjeta segue em andamento, e o caso permanece sob investigação da Polícia Civil.
Além de Chico, também foram alvos do chefe de gabinete do paralemtnar, Rubens Vuolo Júnior, Joaci Conceição Silva (assessor do vereador Mario Nadaf), João Nery Chiroli (empresário), Alex Jony Silva (presidente do Instituto Brasil Central) e Magali Gauna Felismino Chiroli.
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