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A Justiça Eleitoral divulgou, na quarta-feira (1º), os limites de gastos de campanhas das Eleições Gerais de 2026. Em Mato Grosso, o maior orçamento continua para o cargo de governador, que pode ter um gasto total de R$ 7,1 milhões, com acréscimo de R$ 3,5 milhões em caso de segundo turno. O segundo maior valor autorizado é para os cargos de senador, em R$ 3,8 milhões.
Foram autorizados R$ 3,1 milhões para o cargo de deputado federal e outros R$ 1,2 milhão para o cargo de deputado estadual. Para ambos os cargos, os valores são os mesmos em todos os Estados da Federação.
Entre as campanhas do pleito de 2026, o maior teto de gastos é para a Presidência da República. Os candidatos poderão gastar até R$ 88,9 milhões no primeiro turno. Caso a disputa avance para o segundo turno, haverá um acréscimo de R$ 44,4 milhões.
Segundo o assessor de Exames de Contas Eleitorais e Partidárias, Jorge Yoshiro Kimura, os valores poderiam ser reajustados de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, o voto do novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kássio Nunes, não haverá correção.
A decisão do TSE considerou a ausência de legislação eleitoral que autorizasse o reajuste dos limites de gastos. A Corte também levou em conta o orçamento de R$ 4,9 bilhões destinado ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para as Eleições de 2026.
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