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O novo bloco do debate da TV Vila Real, nesta terça-feira, 1º de setembro, foi marcado por embates sobre Saúde, emendas parlamentares, incentivos fiscais, servidores públicos e pelo resgate de episódios antigos envolvendo os candidatos. O que marcou o debate foi o nervosismo dos candidatos, principalmente ao responder as perguntas.
Sargento Laudicério (Agir) questionou Doutora Natasha Slhessarenko (PSD) sobre a proposta de fila única para a Saúde. A candidata prometeu reorganizar o atendimento, ampliar especialidades médicas nas unidades e criticou a falta de organização atual para exames e consultas.
Laudicério também perguntou a Rafael Milas (Missão) sobre a Revisão Geral Anual dos servidores. Milas afirmou ser favorável ao pagamento das perdas inflacionárias, mas disse que discorda da concessão referente ao período da pandemia, argumentando que o setor privado também enfrentou dificuldades naquele momento.
Em outro confronto, Natasha questionou Milas sobre as emendas parlamentares. O candidato classificou o mecanismo como “câncer do Brasil” e voltou a atacar Wellington Fagundes (PL), citando denúncias e afirmando que o senador construiu sua trajetória política em torno da destinação de emendas.
Maurício Coelho também elevou o tom ao questionar Otaviano Pivetta (Republicanos) sobre incentivos fiscais concedidos a empresas. Pivetta respondeu que produtores rurais não recebem esse tipo de benefício e afirmou que paga cerca de R$ 150 milhões por ano em impostos.
Na réplica, Maurício disse que nunca foi gestor da Unimed Cuiabá e acusou Pivetta de envolvimento em episódio relacionado à Cooperlucas. Wellington entrou no embate e afirmou que empresas ligadas ao governador recebem incentivos fiscais.
O bloco ainda teve troca de críticas entre Natasha e Wellington. A candidata citou o livro Os Bens que os Políticos Fazem e afirmou que o senador aparece em diversas páginas da obra. Wellington rebateu dizendo que não responde a ações judiciais.
Jornalista Luciana Gaviglia, para Pivetta: Mais de 62 mil servidores estariam endividados ou superindividaos, sendo 8 mil com mais 70% da renda comprometida e 20 mil com comprometimento da renda. Esse bolo de neve com empréstimos consignados é culpa do servidor ou do estado?
Segundo Pivetta, diz que enquanto vice, atuou pela defesa dos servidores com um projeto de lei na Assembleia Legislativa para proteção com a proibição de empresas de atuarem em Mato Grosso. Ele alegou os servidores serão ressarcidos de eventuais descontos ilegais. Pivetta acabou fazendo meia culpa do Estado, mas ressaltou que os servidores também solicitaram os recursos junto à instituição.
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