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Um acidente aéreo envolvendo uma aeronave da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) deixou três policiais militares mortos na tarde de sexta-feira (9), nas proximidades do Aeroporto Regional do Vale do Aço, conhecido como Aeroporto de Ipatinga, no município de Santana do Paraíso, em Minas Gerais.
Segundo informações divulgadas pela imprensa e confirmadas pela corporação, a aeronave caiu em uma área próxima à BR-458, na altura do quilômetro 43. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 16h15 e mobilizou equipes para atender à ocorrência.
As três pessoas que estavam a bordo morreram no local. As vítimas foram identificadas como o tenente-coronel Luis Fernando Silvestre, a primeira-tenente Gabriela Emília Soares Resende e a tenente Alice dos Santos Almeida.

De acordo com informações preliminares, o avião era um bimotor Beechcraft King Air 300, de prefixo PP-EJO, pertencente à Polícia Militar mineira. A aeronave havia decolado do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, por volta das 15h16, com destino à região do Vale do Aço.
O voo era realizado para a reavaliação periódica das habilitações dos pilotos, procedimento de treinamento adotado pela corporação.
Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) participaram do atendimento à ocorrência.
Os três policiais faziam parte do Comando de Aviação do Estado, responsável por missões aéreas de apoio às operações policiais, transporte de equipes e outras atividades institucionais.
O tenente-coronel Luis Fernando Silvestre era instrutor de voo e possuía ampla experiência na aviação de segurança pública. As tenentes Gabriela Emília e Alice Almeida também atuavam na área de aviação da corporação.
A morte dos três militares foi confirmada pela Polícia Militar de Minas Gerais, que lamentou a tragédia e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho das vítimas.
A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), foi acionada para realizar os procedimentos iniciais de investigação.
As circunstâncias que provocaram a queda ainda serão apuradas. Informações divulgadas após o acidente apontam que a aeronave havia passado por procedimentos de modernização e manutenção, e que as habilitações dos pilotos estavam regularizadas, conforme a corporação.
O trabalho dos investigadores deverá contribuir para esclarecer os fatores que levaram à queda.
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