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Uma mulher identificada como Regiane Alves Rodrigues da Silva, de 38 anos, morreu após ser perseguida e esfaqueada dentro de um mercadinho no bairro Água Vermelha, em Várzea Grande, na noite de segunda-feira (19). O suspeito, apontado como companheiro da vítima e identificado como Luciano, foi preso pela Polícia Militar horas depois do ataque.
Segundo informações preliminares, os dois viviam em situação de rua e teriam se desentendido por questões relacionadas ao relacionamento. Durante a discussão, Regiane tentou escapar do homem e correu para dentro de um estabelecimento comercial, onde buscou abrigo.
Câmeras de segurança registraram a perseguição. As imagens mostram o momento em que o suspeito entra no mercadinho logo atrás da mulher, pega uma faca que estava em uma prateleira e a atinge na região do peito. No estabelecimento, havia apenas uma funcionária no caixa.
Depois de esfaquear a vítima, o homem pegou uma garrafa e fugiu. Regiane caiu no chão, gravemente ferida.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizaram manobras de reanimação durante aproximadamente 40 minutos. A mulher foi encaminhada em estado gravíssimo ao Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande.
Na unidade hospitalar, a vítima sofreu uma parada cardíaca e precisou de atendimento emergencial. Diante da gravidade do quadro, um médico realizou uma intervenção com massagem cardíaca diretamente no coração, na tentativa de restabelecer os batimentos.
Apesar dos esforços das equipes médicas, Regiane não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Suspeito foi preso
Luciano Francisco de Morais, preso por matar a companheira Regiane Alves Rodrigues da Silva, de 38 anos, na noite dessa segunda-feira (19.10), no bairro Água Vermelha, em Várzea Grande, demonstrou surpresa ao saber, durante depoimento, que ela não havia resistido ao ataque. Ao ser questionado sobre o motivo da discussão, alegou que ela “era brava demais”.
“Ela morreu mesmo, velho?”, perguntou ao delegado durante o interrogatório. Na sequência, ao relatar o desentendimento que antecedeu o crime, Luciano voltou a mencionar o comportamento da companheira. “Não adianta nem falar, porque era brava”, declarou.
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